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Em janeiro de 2025, Agentes de Combate às Endemias realizaram mais de 28 mil visitas domiciliares Autor: Rony Aires

Em janeiro de 2025, Agentes de Combate às Endemias realizaram mais de 28 mil visitas domiciliares

Katrine Bentes
Publicado em - Atualizado
Equipes intensificam vistorias em possíveis criadouros, eliminam focos e conscientizam a população sobre como combater o mosquito transmissor das arboviroses mais frequentes no período chuvoso, como dengue, chikungunya e zika

Somente em janeiro de 2025, em Santarém, já foram realizadas 28 Mil e 200 visitas pelos Agentes de Combate às Endemias (ACE's).  Em 2024, os profissionais realizaram mais de 360 mil visitas domiciliares, uma média de 30 mil visitas mensais.

Atualmente, Santarém conta com uma equipe composta por 72 agentes na zona urbana, 10 na zona rural, 10 supervisores de turma, além de digitadores e coordenadores, todos comprometidos com o controle das arboviroses.

 

Profissionais desempenham papel fundamental na Saúde da popuilação. Foto: Rony Aires.
Profissionais desempenham papel fundamental na Saúde da popuilação. Foto: Rony Aires.

 

Os ACE’s desempenham um papel fundamental no combate ao Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika. 

A missão das equipes envolve eliminar criadouros, identificar focos e conscientizar a população sobre medidas preventivas.

Além disso, os agentes monitoram as áreas de maior risco por meio do Levantamento de Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa), realizado a cada dois meses.

O levantamento permite mapear as regiões mais afetadas e traçar estratégias eficazes para combater o mosquito.

 

Trabalho vai além da eliminação de focos. Foto: Rony Aires.
Trabalho vai além da eliminação de focos. Foto: Rony Aires.

 

O coordenador dos Agentes Comunitários e Saúde Edvan Lopes ressalta que o trabalho vai além da eliminação de focos, inclui o monitoramento das áreas de maior risco. “Além da conscientização e eliminação dos focos, realizamos o LIRAa a cada dois meses, o que nos permite planejar ações mais eficazes para combater o Aedes aegypti”.

"A colaboração da população ainda é um grande desafio. Precisamos que as pessoas nos deixem entrar em suas casas. Pequenas atitudes fazem toda a diferença para evitar surtos”, alerta o ACE Waldir Lemos.

O agente também destaca outras medidas simples, mas essenciais, como descartar recipientes que acumulam água, tampar caixas d’água, limpar calhas e manter quintais organizados.

 

População precisa receber os agentes. Foto: Rony Aires.
População precisa receber os agentes. Foto: Rony Aires.

 

A secretária de Saúde Adjunta, Irlaine Figueira, reforça que a participação ativa da população é fundamental: “Sem a colaboração da comunidade, o mosquito continua ganhando espaço. Abrir as portas para os agentes é abrir caminho para um futuro sem o Aedes.”

De acordo com a Vigilância Epidemiológica, até o dia 25 de fevereiro de 2025, foram registradas 65 notificações de dengue, com 3 casos confirmados.

Para zika, houve 7 notificações, nenhum caso confirmado, e para chikungunya, 7 notificações, com 1 caso confirmado.

 

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