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Prefeitura resgata filhote de peixe-boi debilitado na região do Urucurituba
Foto: Divulgação Semma
Meio Ambiente

Prefeitura resgata filhote de peixe-boi debilitado na região do Urucurituba

Animal foi encontrado preso em rede de pesca na comunidade Piracaoera de Baixo e encaminhado para cuidados especializados.

Cibele Pixinine

Publicado em

Atualizado

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A Prefeitura de Santarém, por meio da equipe de fiscalização ambiental da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), realizou neste sábado (9) o resgate de um filhote de peixe-boi na comunidade Piracaoera de Baixo, na região do Urucurituba, após moradores informarem que o animal havia ficado preso em uma rede de pesca.

Segundo os comunitários, o filhote foi retirado da rede e devolvido ao rio na expectativa de que a mãe aparecesse. No entanto, após algum tempo de monitoramento, a presença da mãe não foi identificada e o animal começou a apresentar sinais de debilidade.

Ao chegar ao local, a equipe de fiscalização constatou que o filhote precisava de atendimento especializado. O peixe-boi foi resgatado e encaminhado para o ZooUnama, onde receberá os cuidados necessários para recuperação.

O chefe da fiscalização ambiental, Claudio Santarém, destacou a importância da atuação dos moradores no acionamento da equipe.

“Os comunitários tiveram um papel importante ao comunicar a situação à Semma. O peixe-boi já apresentava sinais de fraqueza, e o resgate foi essencial para garantir que ele recebesse atendimento adequado e tivesse maiores chances de sobrevivência.”

A Semma reforça que, ao avistar um peixe-boi, a população não deve capturar, retirar da água ou manusear o animal, pois essas ações podem causar estresse, ferimentos graves ou até a morte.

As orientações corretas incluem manter distância segura, não tocar nem alimentar o peixe-boi, evitar aglomerações, barulho excessivo e a aproximação de embarcações, além de não retirar o animal do ambiente natural, mesmo que ele aparente estar fraco ou imóvel.

Em casos de avistamento, a recomendação é acionar imediatamente os órgãos ambientais competentes, informando a localização exata, as condições do animal e se há riscos iminentes, como encalhe, presença de redes de pesca, ferimentos ou seca do lago.

Créditos da publicação

Editor(a)

Neysle Magalhães

Assessoria de Comunicação

Para informações sobre esta publicação, entre em contato pelo e-mail ascom@santarem.pa.gov.br.